segunda-feira, 13 de setembro de 2010

É pura magia!


Como sempre eu gosto de ler a contra capa dos livros antes de iniciar a minha leitura. Quando comecei o livro, não fiquei muito empolgada, sabia que seria uma leitura maravilhosa e em momento algum eu duvidei da capacidade da autora.

Esperei três anos para continuar a fazer um de meus hobies favoritos (ler Harry Potter). Mas voltando a minha realidade... Só para variar eu também devorei a Câmara Secreta, achei um dos melhores livros da série. Novos personagens, o Beco Diagonal e o melhor foi conhecer um pouco mais da história de Salazar Sonserina que até então sabia apenas que era uma das casas do castelo de Hogwarts.

Tive muita raiva de Dobby, o elfo doméstico, pois ele acreditava que estava ajudando Harry se impedisse que ele voltasse para Hogwarts. Só no final é que conseguimos entender o porquê que ele queria impedir que o jovem bruxo fosse para a escola. A maneira mágica, de como os irmãos Wesley conseguiram salvar o jovem bruxo da casa de sua família trouxa, arrancando as grades da janela do quarto do garoto, a bordo de um carro azul voador foi muito legal. Lembro que rir muito com a queda da janela que o Sr. Dursley levou ao tentar impedir a fuga do sobrinho bruxo.

Desta vez eu já tinha vários amigos que também gostavam de Harry Potter, pois o sucesso da Pedra Filosofal fez muitos adolescentes, assim como eu, correr para as livraria para garantir o segundo volume da série. Juntar meus amigos e conversarmos sobre Harry Potter era um passatempo que adorava. Nós falávamos e especulávamos tanto que um amigo que não gostava muito de ler, passou a ter o gosto pela leitura, pois ficou curioso para saber por que ficávamos tão empolgados com o dito livro. Hoje quando nos lembramos desta situação caímos na risada. Ele brinca dizendo que se não fosse eu e Harry Potter ele jamais teria tido o gosto da leitura (risos).

Imaginar como era o banheiro da Murta que geme era muito divertido e saber que a entrada da câmara secreta era por lá, foi muito legal saber. E que a câmara só poderia ser aberta pelo herdeiro de Sonserina (Tom Ridlle) e que Harry também conseguiu entrar pelo simples fato de também ser ofidioglota (quem fala com cobras) Deu um suspense ainda maior na escola. Teve quem cogitasse a possibilidade de Harry ser o tal herdeiro de Sonserina. Senti muita raiva de Draco Malfoy por ser um menino mau e sempre tentar prejudicar Harry e seus amigos, fiquei com uma vontade de matá-lo quando ele chamou Hermione de Sangue Ruim e morri de nojo ao ver Roni vomitar lesmas, resultado de um feitiço errado de sua varia que estava quebrada (culpa do salgueiro lutador).

Eu tenho verdadeiro pavor a aranhas e imaginar Aragogue não foi uma experiência muito agradável, você acredita que cheguei a ter arrepios só de imaginar uma aranha imensa e vivendo numa floresta cheia de filhos (filhotes de aranhas gigantes). E detalhe elas eram carnívoras! Todos imaginavam que Aragogue era o mostro que habitava a câmara, inclusive eu, mas na realidade quem estava petrificando todos os alunos nascidos em famílias que não eram de “Sangue Puro” era uma cobra gigante. Ela precisava apenas encarar suas vitimas para serem petrificadas, a situação estava tão fora de controle que se chegou a cogitar de mandar os alunos para suas casas. Seria o fim de Hogwarts. Fiquei desesperada, comecei a pensar que se a escola fechasse para onde Harry iria? Voltaria para a casa dos tios trouxas e estudaria em escolas de garotos trouxas?

Com um final surpreendente; com a participação de Fawkes, a fênix de Dumbledore, a espada de Gryffindor saindo do chapéu seletor e Lucios Malfoy ameaçando Harry, foi um final perfeito e como de costume fiquei super ansiosa pelo próximo livro da J.K. Rowling.

Harry Potter e a Câmara Secreta realmente é pura magia!

domingo, 5 de setembro de 2010

A primeira vez, agente nunca esquece.


Quando era criança não era muito fã de livros, eu os lia apenas por uma obrigação escolar. Mas isto foi antes de Harry Potter entrar em minha vida. Fiquei tão fascinada pela mágica história do bruxo londrino, que desde os meus 12 anos passei a gostar muito de ler. Deixei de ler livros apenas por obrigação e sim por diversão e prazer.

Quando eu estava lendo a Pedra Filosofal onde me encontrasse eu estava com o livro a tira-colo. Eu devorei o livro e finalizei a minha leitura em uma semana. Eu sinceramente, não conseguia parar de ler. Deixava de ir brincar com meus amigos, de ver TV, só não deixava de fazer as minhas lições, porque realmente isto era impossível.

Achava muito legal ficar imaginando como poderia ser o rosto de Harry, Ron e Hermione. Brincava de que queria ser a Hermione, esperta e inteligente. Quando descobrir a plataforma 9 ¾, achei muito legal. Lembro que fiquei muito encantada com tudo...

Todo o livro foi uma descoberta maravilhosa, o Beco Diagonal, o castelo de Hogwarts e o esporte dos bruxos, Quadribol. Divertir-me muito quando fiz esta leitura. Verdade que já re-li a Pedra Filosofal algumas vezes, mas nenhuma delas foi como a primeira vez, esta sim agente nunca esquece.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Velha infância ao lado de Harry Potter


Quando tinha 12 anos ganhei um presente, que de início não dei muito valor. Mas como eu estava de férias e quando não tinha o que fazer em casa (quase nunca) eu começava a manusear meu "presente". Harry Potter e a Pedra Filosofal.

Eu só precisei começar ler a primeira página, para me apaixonar pela envolvente história de magia, emoção e amizade de Joane Ketlen Rowling (até então desconhecida para mim). Eu praticamente devorei o livro. E estava louca para poder comentar sobre o que aconteceu no livro e junto com algum amigo, imaginar o que estava por vir, mas não encontrei nenhum amigo que tivesse lido também a Pedra Filosofal. Logo contagiei meus amigos da escola; fazendo com que eles despertassem o interesse pelo jovem bruxo londrino.


E não deu outra, Harry Potter se tornou uma verdadeira febre entre a garotada dos anos 90. Mas assim como o protagonista da história, eu também cresci e continuei lendo a famosa saga que se passava na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.


Tenho alguns amigos que não conheceram a Harry Potter na infância e adoravam me questionar pelo simples fato, digo pela minha fascinação em relação a este tipo de leitura, que eles julgavam ser Literatura Infantil. Minha resposta era simples... - Quando eu comecei a ler Harry Potter eu tinha 12 anos. Não tenho culpa se estou com 20, e a história ainda não chegou ao fim. Tenho o direito de saber o final de uma história que me acompanhou por toda a minha infância e adolescência. (risos)


Então a partir de hoje, resolvi reviver cada livro. Vou fazer uma série especial de como foi, para mim, ler cada uma das maravilhosas histórias que saíram da mente brilhante, de uma das britânicas mais rica e popular do mundo. J.K. Rowling só precisou de uma longa e monótona viagem de trem pela Inglaterra, para Harry Potter simplesmente surgir em sua mente. Ela escreveu o primeiro livro em um café em Edimburgo enquanto sua filha pequena cochilava perto dela.


Te convido a conhecer um pouco de minha infância atrvés dos livros de J.K. Rowling.


Aguardem...

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

"Na corda bamba, mano"


"Como alguém conseguiu rabiscar lá em cima??– se espanta o paulistano preso no engarrafamento, quando olha entediado para uma das muitas pichações no topo de algum prédio muito alto. Esse “como” é a ação, uma das características fundamentais da arte urbana de letras e frases?– a chamada pichação, ou pixo, na fala de quem é do meio. "

Este é o início da matéria "Na corda bamba, mano" da edição de agosto da Revista Piaúi. A matéria esta ótima e com excelentes fotos de alguns grupos de fixadores da cidade de São Paulo. E um tipo de arte que não estamos acostumados a apreciar, mas vale a pena conhecer um pouco mais.

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